A requalificação da Avenida Plínio Lemos, na Zona Oeste de Campina Grande, entrou na reta final. A Prefeitura informou, em 31 de julho de 2026, que a obra ultrapassou 90% de execução e que a intervenção está concentrada no trecho que falta para ligar a via à Avenida Floriano Peixoto. Segundo a gestão municipal, o serviço é apresentado como parte do esforço para melhorar a mobilidade de uma região que reúne conjuntos habitacionais e áreas de expansão urbana, com fluxo diário de moradores que se deslocam para o centro e para outros bairros da cidade.
De acordo com a Prefeitura, restam cerca de 200 metros no entroncamento com a Avenida Floriano Peixoto, ponto onde as equipes seguem trabalhando. A conclusão está prevista para o fim de 2026, prazo indicado pela própria administração municipal ao divulgar o andamento dos trabalhos. O percentual de execução e a data estimada de entrega são, por ora, as duas referências oficiais para acompanhar o ritmo do canteiro na Zona Oeste.
Fonte: Prefeitura de Campina Grande, jul. 2026
O que ainda falta concluir
O foco atual é o entroncamento com a Avenida Floriano Peixoto, onde se concentra o trecho de cerca de 200 metros que ainda não foi finalizado. Segundo o engenheiro e fiscal da obra, Gustavo Ulisses, as equipes estão “concentradas na conclusão do entroncamento com a Avenida Floriano Peixoto”. É nesse ponto que a via passará a se conectar a uma das principais avenidas da cidade, o que, na leitura da gestão, dá sentido ao conjunto da intervenção: sem o entroncamento pronto, o corredor não cumpre a função de ligação para a qual foi projetado.
A intervenção inclui ainda o prolongamento da Rua Olinda, descrito pela Prefeitura como um pedido da população, o que amplia a ligação entre a Avenida Plínio Lemos e a Avenida Floriano Peixoto. Essa conexão é apontada pela gestão como parte do ganho de mobilidade esperado para os bairros da Zona Oeste. O prolongamento de uma rua já existente costuma abrir novas rotas de acesso, reduzir desvios e distribuir melhor o tráfego entre vias paralelas, efeito que a administração municipal associa à obra.

O que a requalificação entrega
Segundo o release oficial, a requalificação vai além do asfalto. O projeto prevê acessibilidade, ciclovia, calçadas, iluminação em LED, sinalização viária e plantio de árvores ao longo do corredor. O conjunto de itens é apresentado pela Prefeitura como uma reformulação completa da via, e não apenas como recomposição da pista. Cada item atende a um público distinto: a ciclovia separa o ciclista do carro, as calçadas com acessibilidade favorecem pedestres e pessoas com mobilidade reduzida, e a iluminação em LED tende a melhorar a percepção de segurança à noite.
Para o secretário de Obras, Joab Machado, a gestão está “na reta final de uma intervenção que vai transformar a mobilidade da Zona Oeste”. A avenida se soma a outras frentes de infraestrutura da cidade, como a reurbanização da antiga estação ferroviária, acompanhada pela Redação nos últimos meses. A leitura da administração é a de que essas obras, somadas, redesenham a forma como bairros distintos se conectam ao centro e entre si.
| Item | Descrição |
|---|---|
| Ciclovia | Faixa dedicada ao uso de bicicletas ao longo da via |
| Calçadas | Passeios com acessibilidade para pedestres |
| Iluminação em LED | Nova rede de iluminação pública no corredor |
| Sinalização | Sinalização viária horizontal e vertical |
| Arborização | Plantio de árvores ao longo da avenida |
Fonte: Prefeitura de Campina Grande, jul. 2026.
Como a obra se conecta à cidade
Ao ligar a Avenida Plínio Lemos à Avenida Floriano Peixoto, a Prefeitura busca criar um novo eixo de circulação entre os bairros da Zona Oeste e o restante da malha viária. A região concentra conjuntos habitacionais e áreas em expansão, o que ajuda a explicar a prioridade dada à via pela administração municipal. Um corredor requalificado costuma servir também de referência para o comércio de rua e para o transporte coletivo, que dependem de calçadas, sinalização e pavimento em condições de uso.
O pacote de sinalização e arborização acompanha a lógica de outras entregas recentes de infraestrutura, como a ordem de serviço para a restauração de um imóvel histórico do centro. A padronização de calçadas, ciclovia e iluminação segue o modelo que a gestão tem adotado em novas frentes de obra pela cidade, com projetos que tratam pavimento, drenagem e mobilidade ativa como partes de uma mesma entrega, e não como serviços isolados.

Com mais de 90% do serviço concluído, a etapa que resta é a finalização do entroncamento e a entrega da conexão com a Avenida Floriano Peixoto, prevista para o fim de 2026, e o andamento poderá ser acompanhado pela população à medida que as equipes avançam no trecho final da via. O release oficial não informou o valor do investimento aplicado na obra, nem a empresa responsável pela execução ou a data exata da entrega, e também não detalhou a extensão total do corredor em metros ou quilômetros, o número de vagas de estacionamento previstas ou o traçado completo da ciclovia. Enquanto esses dados não são divulgados, o percentual de execução e a previsão de conclusão seguem sendo as referências oficiais apresentadas pela gestão municipal para medir o ritmo dos trabalhos na Zona Oeste da cidade, ao lado dos boletins que a Prefeitura costuma divulgar a cada avanço relevante do canteiro.
Para o morador que passa pela região, a mudança mais visível tende a aparecer justamente na fase final: com o entroncamento pronto, o percurso entre a Avenida Plínio Lemos e a Avenida Floriano Peixoto deixa de depender de desvios por ruas secundárias. É esse ganho de ligação, mais do que o simples recapeamento, que a Prefeitura coloca no centro do anúncio ao afirmar que a obra entrou na reta final e já passou de 90% de execução. Até lá, o trecho de cerca de 200 metros no entroncamento segue como o principal indicador do quanto ainda falta para a via ficar pronta e cumprir a função de conectar a Zona Oeste ao restante de Campina Grande.
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