A Vila do Artesanato do projeto Campina Feita à Mão foi inaugurada em 13 de junho de 2026, a partir das 17h, no Parque Evaldo Cruz, em Campina Grande. Segundo a Prefeitura, o espaço reúne 18 estandes com trabalhos de 25 artesãos participantes do projeto e abre para visitação popular durante todo o período junino de O Maior São João do Mundo. A iniciativa dá continuidade ao trabalho desenvolvido com artesãos locais ao longo da programação cultural da cidade.
Fonte: Prefeitura de Campina Grande, jun. 2026
O que a Vila do Artesanato oferece
Segundo o release, o espaço fica no Parque Evaldo Cruz, ao lado do Museu Luiz Gonzaga, e reúne os estandes com trabalhos dos artesãos participantes do projeto. Parte dos artistas que participaram do desfile realizado na Pirâmide do Parque do Povo também está no local, apresentando e comercializando suas peças diretamente ao público. A Prefeitura afirma que a proposta é aproximar o artesão do visitante, criando um ponto fixo de venda ao longo da festa. Para o artesão, a diferença em relação a uma feira pontual é ter um espaço reservado por semanas, no mesmo endereço, o que permite ao público voltar, comparar peças e acompanhar a produção. Segundo a gestão, esse formato dá previsibilidade de venda no período de maior circulação de turistas e moradores na cidade, quando o São João concentra grande parte do movimento cultural e comercial ligado à festa.
A Vila funciona diariamente, das 17h às 23h, durante todo o período junino, até o dia 5 de julho. Além da exposição e da venda dos produtos, o espaço conta com apresentações culturais e atrações musicais, o que, segundo a gestão, busca fortalecer a experiência do público durante o São João. As peças reúnem técnicas manuais variadas, de trabalhos em crochê e bordado a itens de decoração e vestuário, expostos nos estandes montados no parque. A combinação de exposição, venda e apresentações no mesmo espaço, segundo a Prefeitura, transforma a Vila em um ponto de convivência dentro da programação, e não apenas em um local de comércio. O funcionamento no fim da tarde e à noite acompanha o horário em que o público costuma circular pelos festejos juninos na cidade.

Do desfile à Vila do Artesanato
O projeto Campina Feita à Mão ganhou visibilidade com o desfile realizado na Pirâmide do Parque do Povo, em que peças de artesãos locais foram apresentadas à passarela. A Vila do Artesanato surge como desdobramento dessa ação, ao transformar a exposição pontual do desfile em um espaço de venda que permanece aberto durante a festa. Assim, segundo a Prefeitura, o trabalho que apareceu na passarela passa a ser oferecido diretamente ao público que circula pelo Parque Evaldo Cruz.
O projeto é idealizado pela primeira-dama Juliana Cunha Lima e tem como objetivo valorizar o artesanato local, estimular a economia criativa e ampliar a visibilidade dos profissionais que transformam técnicas manuais em arte. A economia criativa reúne atividades em que o valor nasce da criatividade e do saber fazer, como o artesanato, e o projeto se apoia nessa lógica ao dar aos artesãos um canal de exposição e renda durante o período de maior fluxo de visitantes na cidade. Ao ligar o desfile, com maior alcance de imagem, a um espaço de venda direta, a iniciativa busca converter a visibilidade em oportunidade concreta de comercialização para os participantes. Segundo a gestão, o objetivo é que o reconhecimento obtido na passarela se traduza em contato direto com compradores e em fortalecimento do trabalho manual como fonte de renda para os artesãos locais.
- 13 jun
Inauguração
Abertura da Vila do Artesanato no Parque Evaldo Cruz, a partir das 17h.
- Período junino
Visitação diária
Funcionamento das 17h às 23h, com exposição, venda e atrações culturais.
- 5 jul
Encerramento
Último dia de funcionamento da Vila do Artesanato.
Onde fica e como visitar
A Vila do Artesanato foi montada no Parque Evaldo Cruz, ao lado do Museu Luiz Gonzaga, área ligada à tradição cultural da cidade e ao universo do São João. A escolha do local, próximo de um espaço de memória da cultura nordestina, foi apresentada pela gestão como parte do esforço de dar ao artesanato um ponto de encontro com o público durante a festa. A visitação é aberta e ocorre no fim da tarde e à noite, quando o movimento junino se intensifica no município. O Parque Evaldo Cruz fica em área central e de fácil acesso, o que, segundo a gestão, favorece a passagem do público que já circula pelos pontos da festa. A proximidade com o Museu Luiz Gonzaga, dedicado à memória do Rei do Baião, reforça a ligação entre o artesanato exposto e a tradição cultural do Nordeste celebrada no período.
A ação integra o conjunto de iniciativas culturais da gestão para o período junino e se conecta a outros esforços de valorização da produção local, como o salão de artesanato paraibano e o apoio a artistas na Sala do Fazedor de Cultura. A programação também dialoga com o roteiro cultural para além do São João, que aponta espaços de cultura abertos ao público na cidade ao longo do ano.

O que ainda não foi divulgado
O release não trouxe a lista completa dos artesãos e dos produtos expostos, os valores das peças nem a agenda detalhada das apresentações culturais e atrações musicais programadas para o espaço ao longo do período. Também não informou dados de público ou de vendas esperados para a Vila do Artesanato, nem se a estrutura terá continuidade após o São João em outros pontos da cidade. Com o espaço aberto até 5 de julho, o acompanhamento do resultado da iniciativa depende das informações que a Prefeitura divulgar sobre a participação do público e sobre os próximos passos do projeto Campina Feita à Mão.
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