Manter a caderneta de vacinação em dia é uma das formas mais simples de proteção coletiva, e em Campina Grande a oferta é gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A rede municipal reúne Unidades Básicas de Saúde (UBS), policlínicas e a Casa da Vacina, no Hospital Municipal Pedro I, para dar conta tanto da rotina quanto das campanhas nacionais. Veja, a seguir, o que está confirmado em fonte oficial e como se organizar antes de procurar o posto mais próximo.
| Local | Quando | Observação |
|---|---|---|
| Unidades Básicas de Saúde (UBS) | Dias úteis, horário da unidade | Demanda espontânea |
| Policlínicas | Dias úteis | Vacinas da rotina |
| Casa da Vacina (Hospital Pedro I) | Todos os dias, 8h-20h | Horário estendido |
Fonte: Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande, 2026
Onde se vacinar em Campina Grande?
A porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde (UBS). Segundo a Prefeitura de Campina Grande, qualquer UBS do município aplica as vacinas da rotina, o mesmo valendo para as policlínicas. Para quem precisa de horário estendido, a Casa da Vacina, instalada no Hospital Municipal Pedro I, funciona todos os dias da semana, incluindo sábados e domingos, das 8h às 20h, conforme divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde ao reforçar a proteção contra o sarampo. Esse reforço foi associado à maior circulação de público prevista para a cidade em 2026, entre a Copa e O Maior São João do Mundo, quando o fluxo de visitantes eleva o risco de transmissão de doenças evitáveis por vacina.
Nas campanhas de maior alcance, a rede é ampliada. No Dia D de Multivacinação, a Prefeitura montou mais de 70 pontos de atendimento espalhados pela cidade, número bem acima das unidades fixas do dia a dia. Como os endereços e os horários de cada UBS podem mudar, a orientação é confirmar o ponto mais próximo no portal da Prefeitura ou junto à unidade de referência do seu bairro antes de sair de casa.

Quais vacinas estão disponíveis?
Na rotina, as UBS seguem o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, que abrange desde as doses da primeira infância até reforços de adolescentes, adultos e idosos. Em 2026, três frentes ganharam destaque na cidade e merecem atenção de quem quer regularizar a situação vacinal.
A primeira frente é a campanha contra a gripe. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação contra a influenza foi realizada de 28/3/2026 a 30/5/2026, com prioridade para crianças, gestantes, idosos, profissionais de saúde e demais grupos definidos, sendo o imunizante gratuito e ofertado pelo SUS. A segunda é o reforço contra o sarampo: a Secretaria Municipal de Saúde recomendou a tríplice viral para a população de um a 59 anos, com duas doses indicadas dos 12 meses aos 29 anos e ao menos uma dose entre 30 e 59 anos.
- 28/2
Dia D de Multivacinação
Mais de 70 pontos de atendimento para menores de 15 anos, com prioridade para a vacina contra a dengue e recuperação de doses atrasadas do calendário.
- 28/3 a 30/5
Campanha contra a gripe
Vacinação contra a influenza para crianças, gestantes, idosos e grupos prioritários.
- Ao longo do ano
Reforço contra o sarampo
Tríplice viral para a população de 1 a 59 anos: duas doses dos 12 meses aos 29 anos e uma dose dos 30 aos 59.
A terceira é a Campanha Nacional de Multivacinação, voltada a atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Nessa ação, o objetivo é recuperar doses atrasadas de qualquer vacina do calendário. Para saber exatamente quais imunizantes estão disponíveis no momento da sua visita, o caminho seguro é consultar a UBS mais próxima, já que o estoque e as faixas etárias atendidas variam ao longo do ano. Manter a caderneta atualizada também facilita o acompanhamento de reforços que dependem de intervalo entre doses, como a própria tríplice viral e as vacinas da adolescência, que exigem retorno à unidade em datas específicas.
O que foi o Dia D de Multivacinação?
A maior mobilização recente foi o Dia D de Multivacinação, realizado no sábado, 28 de fevereiro de 2026. Segundo a Prefeitura, a cidade montou mais de 70 pontos de atendimento, com foco na atualização da caderneta de crianças e adolescentes. A prioridade da ação foi a vacina contra a dengue, indicada ao público de 10 a 14 anos, faixa etária definida para a incorporação do imunizante no SUS, com o objetivo declarado de reduzir o risco de formas graves da doença e de internações. A escolha dessa faixa etária segue a estratégia nacional de priorizar o grupo com maior incidência de casos graves nos anos anteriores, e a dose foi aplicada nos pontos habilitados mediante apresentação da caderneta, que permite verificar se o adolescente já havia recebido a primeira aplicação do esquema.
Além da dengue, os pontos ofertaram vacinas de rotina como a tríplice viral, a hepatite, a meningite e o tétano, entre outras do calendário. Os horários variaram conforme o local: postos de saúde e policlínicas atenderam das 8h às 12h, enquanto o ISEA e o Terminal de Integração funcionaram das 8h às 16h, este último sem a oferta da vacina contra a dengue. A Casa da Vacina, no Hospital Pedro I, manteve o horário estendido, das 8h às 20h.

Que documentos levar ao posto?
Para agilizar o atendimento, a Secretaria Municipal de Saúde orienta levar um documento oficial com foto, o Cartão do SUS e a caderneta de vacinação, quando o cidadão já tiver o registro. A caderneta é importante porque permite ao profissional conferir quais doses faltam e evitar aplicações desnecessárias. Quem perdeu o documento não precisa deixar de se vacinar: a própria unidade orienta como emitir uma segunda via e registrar as doses. Para campanhas pontuais, que podem ter organização própria e faixas etárias específicas, a consulta prévia ao canal oficial da Prefeitura continua sendo o passo mais seguro antes de se deslocar até o ponto de atendimento.
Para quem mora em Campina Grande, o caminho é bastante objetivo: separar os documentos, conferir a caderneta e procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Diante de qualquer dúvida sobre grupos, faixas etárias ou datas de campanha, consulte o canal oficial da Prefeitura ou a unidade do seu bairro antes de agir por informação repassada em redes sociais.
VerificadoInformação checada com fontes independentes: a Prefeitura de Campina Grande e o Governo Federal.
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