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Segurança

Defesa Civil faz Operação Marquise e vistoria imóveis no Centro de CG

Defesa Civil e Secretaria de Obras vistoriam marquises da área central em julho para identificar riscos estruturais; população pode pedir avaliação pelo 199.

Agentes da Defesa Civil vistoriam marquise de imóvel no Centro de Campina Grande
Divulgação / Prefeitura de Campina Grande
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A Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Obras e da Defesa Civil, realiza durante todo o mês de julho mais uma Operação Marquise, ação preventiva que reforça a segurança da população. Segundo o release oficial, nesta etapa as equipes concentram as vistorias no Centro da cidade e em áreas próximas, priorizando locais com maior circulação de pedestres. A operação ocorre regularmente, entre três e quatro vezes por ano, e conta com a atuação dos agentes da Defesa Civil, além do apoio de fiscais e engenheiros, que oferecem suporte técnico durante as inspeções.

O que é vistoriado

Ao longo da ação, informa o release, todas as marquises localizadas em construções da área central são vistoriadas para verificar as condições estruturais e identificar possíveis riscos. As marquises são as coberturas em balanço que avançam sobre as calçadas na frente de lojas e edifícios, expostas ao tempo e nem sempre acompanhadas de manutenção regular pelos proprietários. Quando alguma irregularidade é constatada, o proprietário ou locatário do imóvel é notificado e recebe orientações técnicas sobre as medidas necessárias para corrigir o problema, com o objetivo de prevenir acidentes e garantir mais segurança para quem circula pelas ruas. Por ficarem expostas ao sol, à chuva e ao acúmulo de detritos, essas coberturas em balanço tendem a acumular problemas de forma silenciosa, o que torna a inspeção periódica um instrumento para flagrar o desgaste antes que ele evolua para um risco à calçada.

Engenheiro inspeciona estrutura de marquise no Centro de Campina Grande
Equipes verificam condições estruturais das marquises da área central Divulgação / Prefeitura de Campina Grande

Como funciona a inspeção

A operação segue uma sequência preventiva. Primeiro, as equipes percorrem os imóveis da área central e avaliam tecnicamente cada marquise. Constatada uma irregularidade, o responsável pelo imóvel é notificado e orientado sobre as correções. A etapa final é o acompanhamento, para verificar se as adequações foram feitas. Segundo a Prefeitura, a presença de engenheiros ao lado dos agentes da Defesa Civil permite classificar a gravidade de cada caso e definir quais estruturas exigem intervenção imediata, o que orienta a ordem das notificações enviadas aos responsáveis.

As etapas da Operação Marquise, segundo a Prefeitura
Etapa O que acontece
Vistoria técnica Agentes da Defesa Civil, com apoio de fiscais e engenheiros, avaliam as marquises da área central.
Notificação Proprietário ou locatário do imóvel com irregularidade é notificado.
Orientação O responsável recebe orientações técnicas sobre as medidas de correção necessárias.

Fonte: Prefeitura de Campina Grande, jul. 2026.

O secretário de Obras, Joab Machado, destacou que a prevenção é uma das principais ferramentas para evitar ocorrências e proteger a população. “A Operação Marquise trabalha focada na segurança preventiva. Nosso trabalho é identificar possíveis riscos antes que eles se transformem em acidentes, orientando os responsáveis pelos imóveis para que realizem as adequações necessárias”, afirmou. Segundo ele, o resultado esperado é a redução de riscos no espaço público, esforço que dialoga com a qualificação do perímetro central, também presente na revitalização e articulação do Centro.

A colaboração da população

A Prefeitura destaca que a população pode colaborar com o trabalho. Caso identifique qualquer situação que ofereça risco ou que necessite de uma avaliação técnica, o cidadão pode entrar em contato pelo telefone 199 e solicitar uma vistoria. Segundo o release, as equipes estão preparadas para atender às demandas e atuar de forma preventiva.

A Operação Marquise em números
199 telefone da Defesa Civil canal para solicitar vistorias
3 a 4 edições por ano frequência da ação preventiva
julho mês da etapa atual com foco no Centro da cidade

Fonte: Prefeitura de Campina Grande, jul. 2026

Esse canal transfere parte do monitoramento para o dia a dia dos moradores e comerciantes. Como as marquises se deterioram de forma gradual, quem convive com os imóveis tende a perceber sinais de risco, como trincas ou infiltrações, antes que uma vistoria programada chegue ao local. O telefone 199 permite que essa percepção se converta em uma avaliação técnica sem esperar pela próxima edição da operação.

A atuação conjunta da Defesa Civil com fiscais e engenheiros dá à operação um caráter técnico. Enquanto os agentes coordenam as inspeções em campo, o suporte de engenharia permite avaliar com mais precisão o estado de cada estrutura e definir a gravidade das irregularidades encontradas. É essa leitura técnica que orienta o teor das notificações enviadas aos responsáveis pelos imóveis.

Agentes públicos avaliam cobertura de imóvel comercial no Centro de Campina Grande
Vistorias priorizam pontos de maior circulação de pedestres no Centro Divulgação / Prefeitura de Campina Grande

Por que a prevenção importa

A lógica da Operação Marquise é a da segurança preventiva: agir sobre o risco antes do acidente. Estruturas em balanço, como as marquises, concentram esforços mecânicos em um ponto de apoio e sofrem com a ação do tempo, das chuvas e da falta de manutenção. Uma inspeção periódica identifica o desgaste enquanto ele ainda pode ser corrigido com reparos, evitando o cenário mais grave de um desabamento sobre a calçada. Por isso a ação se repete ao longo do ano e alterna as áreas vistoriadas: ao priorizar o Centro nesta etapa, a Prefeitura mira o trecho de maior circulação de pedestres, onde uma eventual falha estrutural teria impacto sobre um número maior de pessoas. A responsabilidade pela manutenção, contudo, permanece com os donos dos imóveis, a quem cabe executar as correções apontadas nas notificações. Iniciativas de segurança preventiva como essa integram o conjunto de serviços urbanos acompanhados pela cidade, ao lado de temas como a organização do transporte em datas de grande movimento.

O que ainda não foi divulgado

O release não informou quantas marquises foram vistoriadas até o momento nem quantas notificações foram emitidas nesta edição da operação. Também não detalhou o número de imóveis com irregularidades identificadas nem o prazo concedido aos proprietários para a realização das correções, tampouco quais ruas do Centro já haviam sido percorridas pelas equipes até o momento da divulgação. Com a operação em curso ao longo de julho, a Prefeitura reforça que mantém o canal do telefone 199 aberto para novas solicitações, de modo que a população acompanhe e contribua com o trabalho preventivo. A expectativa da gestão é que a rotina de vistorias, somada às notificações e ao acompanhamento das correções, mantenha o Centro sob monitoramento constante ao longo do ano, e não apenas durante as edições pontuais da operação.

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