A Polícia Federal deflagrou a Operação Puro Êxtase em abril de 2026, cumprindo mandados de busca e apreensão e de prisão em endereços de Campina Grande e João Pessoa contra uma rede de tráfico interestadual de drogas sintéticas.
A investigação
Segundo a PF, o grupo investigado operava a distribuição de ecstasy, LSD e outras drogas sintéticas em festas e eventos nas duas maiores cidades da Paraíba. A droga chegava de outros estados — principalmente São Paulo e Rio de Janeiro — e era redistribuída localmente por meio de uma rede organizada com divisão de funções.
A investigação durou cerca de oito meses e contou com interceptação telefônica autorizada pela Justiça Federal.
Apreensões
Nos endereços alvos dos mandados, a PF apreendeu comprimidos de ecstasy, selos de LSD, dinheiro em espécie, celulares e materiais utilizados na logística do tráfico. Os valores e quantidades exatos estão sob sigilo para não comprometer desdobramentos da investigação.
Contexto de segurança
A Operação Puro Êxtase se soma a outras ações recentes de combate ao crime organizado na região, como a Operação Perfidus, que prendeu policiais civis ligados ao tráfico, e a Operação Parabellum, que já efetuou 27 prisões em Campina Grande.
Os indicadores de segurança da cidade mostram queda de 55% nos crimes violentos letais, atribuída à integração entre as forças policiais estaduais e federais.
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