O primeiro LIRAa (Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti) de 2026, divulgado pela Secretaria de Saúde de Campina Grande em 27 de abril, apontou um índice predial de 4,7% — classificado como risco alto pelo Ministério da Saúde, que estabelece o limite em 4%.
Bairros em situação crítica
Pelo menos 14 bairros de Campina Grande apresentam infestação elevada. A Vigilância Ambiental trabalha diariamente com eliminação de criadouros, visitas domiciliares e aplicação de larvicida nos pontos mais críticos.
O próximo levantamento está previsto para setembro de 2026.
Fatores de risco
O período chuvoso na região — entre abril e julho — favorece o acúmulo de água parada em recipientes domésticos, terrenos baldios e áreas de construção. A combinação de chuvas irregulares com temperaturas elevadas cria o cenário ideal para a proliferação do mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya.
O que a população pode fazer
A orientação da Vigilância Ambiental é eliminar qualquer recipiente que possa acumular água: vasos de plantas com pratos, pneus, garrafas, calhas entupidas e caixas d’água destampadas. A secretaria mantém canais de denúncia para terrenos com acúmulo de lixo e água parada.
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