No ápice do Maior São João do Mundo, a barraca de artesanato Raízes de Campina se tornou um dos pontos mais visitados do Parque Evaldo Cruz. Novidade da festa deste ano, o espaço é coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e reúne produtos feitos pelas mãos de artesãs ligadas a vários Centros de Referência em Assistência Social (CRAS), ao programa Colo pra Mãe (Gerência PCD) e ao Serviço do Migrante, que atua com artesãos venezuelanos da etnia Warao.
Do artesanato à culinária
No local é possível encontrar pulseiras, broches, brincos, laços, bolsas, porta-garrafas, suportes para plantas e uma variedade de peças feitas à mão. O projeto inclui ainda a culinária ligada à agricultura familiar, em parceria com a Seagri. Entre os mais procurados estão o bolo de pamonha e a cocada na quenga, além da pamonha gigante, a R$ 8, e da canjica, a R$ 5.
“Sou confeiteira há cinco anos e tenho dois filhos pequenos. A barraca tem sido uma forma a mais de divulgar e vender os meus produtos e, graças a Deus, tem dado muito certo. Tem sido gratificante fazer parte desse projeto”, contou a confeiteira Fabine Dantas.
Renda e inclusão
Mais do que um ponto de venda, o espaço funciona como uma vitrine de geração de renda para mulheres e grupos atendidos pela rede de assistência social do município, incluindo pessoas com deficiência e famílias migrantes. A iniciativa aproxima a economia popular do maior evento cultural da cidade.
Visitante de São Paulo, a jornalista Thais Pacheco conheceu o Maior São João do Mundo pela primeira vez e destacou o trabalho dos artesãos: “As peças são muito bonitas e dá para ver o capricho de quem faz”.
Nota de verificação — As informações sobre coordenação, públicos atendidos e produtos foram apuradas no comunicado oficial da Prefeitura de Campina Grande. Preços podem variar conforme o expositor.
Reportagem produzida pela Redação CG em Foco com apoio de sistema automatizado, a partir de comunicado oficial, e revisada editorialmente.
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